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quinta-feira, 10 de julho de 2008

Não financie perdulários

Sei que há causas muito mais nobres, como a proteção à vida humana na forma de embriões, sobre as quais não me manifestei aqui — a única desculpa que posso dar são minhas preocupações diuturnas.

Mas não será isso que me impedirá de pedir a todos os meu leitores — vocês dois sabem quem são! — para assinarem o manifesto contra a CSS.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Canſei de ſer braſileiro — e enganado

Me parece que falta foco — mas quem ſabe vale a pena manifeſtar alguma indignação. Pelo menos é melhor que aquelas inócuas ‘manifeſtações pela paz’, que nem dão condições à polícia trabalhar, nem evitam que os cidadãos ſejam coniventes, nem convertem os bandidos. Vaias valem!

O ideal ſeria eßa indignação levar à renúncia do chefe da quadrilhaPreſidente da República.

Só o que me ſegura aqui, além do medo de ſair, é a igreja.

Sou contra a CPMF

Vamos acabar com a CPMF. O governo tem de diminuir gastos, não continuar com impostos temporários.

Em precisando de impostos, têm de ser convenientes. A CPMF é extremamente inconveniente, fazendo com que precisemos de mais contas bancárias e freqüentemente de evitar serviços bancários. Ao fazer com que evitemos os bancos, aumenta os custos das transações bancárias e, portanto, os custos que compõem a tarifa. Também contribui para as tarifas altas ao diminuir a competição entre bancos.

Para ser justo, não foi invenção do PT nem o Lula foi o primeiro a prorrogar. Entretanto, o Lula está pagando dívidas do governo e pendurando amigos no imenso cabide que é Brasília — quel tal nos dar um alívio?

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

¿Lutar ou emigrar?

Às vezes dá vontade d’emigrar. Reeleger o Lula… um governo corrupto e incompetente, que roubou e mentiu para ſe perpetuar no poder, apoiado por entidades sem exiſtência legal que querem mudar o regime violentamente, que aparelhou o Eſtado para alimentar o partido e eſtá identificando o governo com o partido a ponto de dificultar a aſcenſão doutros partidos, aßim arriſcando-ſe a derrubar efetivamente a (fragilíßima) democracia braſileira. Ninguém quer chamar os militares, nem eles querem ſer chamados, e na verdade exiſte uma identificação nacional-eſtatiſta dos militares com o PT. Mas também, não queremos ser uma Bolívia ou Venezuela.

O problema é, como emigrar… e ſe vale a pena. Goſtaríamos de ajudar na igreja, de ajudar o povo; mas às vezes penſa-ſe ſe ißo meſmo não é mais fácil de fora. Mas por outro lado, outros paíſes têm ſeus problemas, como proibir que ſe diſciplinem os próprios filhos.

De qualquer maneira, emigrar exigiria um grande inveſtimento, ſeja de tempo ou de dinheiro; inveſtimento que provavelmente ſerá melhor aplicado em uma pós-graduação, até como paßo intermediário da emigração, e pode talvez proporcionar um nível de vida mais compatível com a expectativa da família e o deſejo do coração.

sábado, 24 de junho de 2006

Padrão japonês de burrice

Devemos ao ſenhor Hélio Costa mais um epiſódio de atraſo nacional. E a seu patrão Luís Inácio ‘Lula’ da Silva.

Porque eles paßaram por cima do intereße nacional para atender às emißoras de rádio & TV. Não porque o padrão japonês de televiſão digital lhes foße mais conveniente, mas porque é mais inconveniente a seus concorrentes.

Explica-ſe: Hélio Coſta é da área de radiodifuſão, e cuida de ſeus intereßes, no caſo o de enfraquecer a concorrência. Já Luís Inácio da Silva quer ſe reeleger a qualquer cuſto, haja viſto todas as deſoneſtidades que tem praticado (dizer não ſaber do menſalão, preßionar pela ſaída do ar do Bóris Casoy &c), & portanto tem de atender às emißoras para ter ſeu beneplácito à ſua reeleição.

É o PAL-M II, o Retorno. Só que na época havia a deſculpa do protecioniſmo, que equivocadamente identificava-ſe com o intereße nacional, e da excelência técnica. Hoje eſcolhe-ſe o padrão mais antiquado, ſem benefícios comerciais palpáveis, por intereßes clara & deſpudoradamente peßoais.

¿Será que a Nova Zelândia (ou a Suíça, ou o Canadá, ou…) não querem uma família de imigrantes? Ou ¿Deus não quer um paſtor aqui no Braſil meſmo? Porque viver aqui como profißional e cidadão eſtá cada dia mais fruſante. Ou ſe é cidadão doutro país, ou ¡doutro mundo!