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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Palestra no FISL marcada para sábado, dia vinte & sete

Foi marcada para das dezenove às vinte horas de sábado, dia vinte e sete deste mês de junho de AD 2009, minha palestra sobre ‘ferramentas de modelagem literária e documentação automática em PostgreSQL e outros SGBDs livres’.

Na tradição da comunidade, o título da palestra é uma brincadeira com nosso mascote: O elefante ilustrado, procurando trazer a idéia de diagramação, e, portanto, modelagem de dados através do conceito de ‘ilustração’ — o que, de certa maneira, é um pouco enganoso porque meu foco é a modelagem, não a diagramação, uma vez que creio que os diagramas devem ser gerados automaticamente.

Agora é preparar-me…

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Balanço geral da II Conferência PostgreSQL Brasil (2008)

Depois de vários meses, consigo um pouco de tranqüilidade para fazer um balanço geral da II PgConBR (2.008).

Em primeiro lugar, devo dizer que fiquei impressionado. A I PgConBR (2.007) deixara altas expectativas: segundo o David Fetter, fora uma primeira conferência melhor do que muitas segundas ou terceiras conferências ao redor do mundo; ele viera com altas expectativas, que foram superadas. E, aparentemente, essa sua avaliação não foi isolada. Dado que imaginava que podia ter sido sorte de iniciante, talvez fruto de um grande entusiasmo, mas passageiro; e que a comunidade tomou a temerária iniciativa de organizar tudo sem o apoio duma empresa especializada, eu temia que pudesse haver problemas graves.

Certo, houve problemas. Mas os ingentes esforços da comunidade — e creio que aqui não cometo injustiça alguma em singularizar os esforços do Fábio Telles Rodrigues, que literalmente machucado e assoberbado de preocupações peitou a organização e supriu vários buracos, além de palestrar — fizeram que esta II PgConBr (2008) fosse ainda melhor que a I, de 2007.

Infelizmente não aproveitei tanto. Ao contrário da última vez, assumi de vez o papel de fotógrafo do evento, e descobri como é que fotografia pode ser, além de diversão e arte, artesanato e profissão: dá muito trabalho. Talvez porque não saiba fotografar direito… mas, enfim, o caso é que fotografar me tomou muito tempo de conversas, contatos e palestras. Em 2.007, fiquei quieto sentado vendo as palestras e fotografando de lado, até por não ter uma lente longa nem um tripé; até passei vergonha não sabendo operar o tripé que o Telles me emprestou enquanto seu filme não chegava… já desta vez, estava com tripé, lente longa, disparador remoto por cabo, flash, enfim, todo o aparato… e nenhuma folga. Espero que o resultado tenha sido dalguma valia. Aliás, quando palestrei, o Telles ainda fotografou, e mesmo machucado o fez muito mais dinamicamente que eu — realmente ¡é uma força da natureza!

Enfim, ¿como foi a conferência? Do que peguei, e do que conversei com outros que aproveitaram mais, foi bem melhor ainda que a primeira. Desta vez não houve nenhuma palestra fora de lugar, nenhum constrangimento fosse técnico ou da comunidade. A impressão foi de que houve menos pessoas, provavelmente porque Campinas é mais fora de mão que São Paulo, embora seja muito mais confortável e barata para quem vem de fora; mas o nível técnico, me parece, melhorou. Os temas das palestras me deixaram de água na boca: replicação, georeferenciamento, escalabilidade, recursividade, monitoramento… sem contar as minhas próprias sobre comunidade (com o Euler) e modelagem. E nenhuma decepcionou. Houve vários segmentos da comunidade representados: ativistas, usuários empresariais & governamentais, acadêmicos; houve palestras conceituais, sobre tecnologia & aplicações; gente de várias partes do país, e mesmo do Exterior.

Quanto às minhas palestras — ou minha meia-palestra e meu tutorial —, devo dizer que fiquei lisonjeado, em primeiro lugar por dividir uma palestra com o Euler, em segundo por ter sido recomendado para isso pelo Fetter, e finalmente por me terem confiado o único tutorial, de duas horas. Espero não ter decepcionado; no Brasil, é bem mais fácil saber dos elogios que das críticas. Fiquei um pouco preocupado porque praticamente metade do tutorial foi consumido por dúvidas básicas, conceituais, da audiência; mas, por outro lado, essa interação com os participantes é, na minha opinião, o melhor que há. Fica uma preocupação, que talvez possa ser sanada em conferências futuras dividindo certos temas em um nível básico e, outro, avançado; não sei se seria adequado, mas talvez seja uma maneira de evitar que alguns ‘bóiem’ e outros fiquem aborrecidos. Outro problema é que essas perguntas da platéia puxaram a primeira hora do tutorial para quase um ‘repeteco’ da palestra de 2.007; creio que, querendo palestrar em 2.009, devo conseguir outro tema. O que não é fácil para quem não pode se dedicar completamente ao PostgreSQL.

Em termos mais gerais para 2.009, fica a necessidade de obtermos mais voluntários para a organização do evento, ou uma empresa que nos sirva bem na organização; de obtermos cooperação mais efetiva do grupo global de desenvolvedores; e de mais propostas de palestras, para variarmos mais tanto temas quanto palestrantes.

Ah, e ano que vem, ¡quero levar a família!

sábado, 1 de novembro de 2008

Google tropeça feio — e leva muita gente junto

Tenho um bom amigo que é um ótimo informata — e foi prejudicado pela Google.

Ele foi levado pela Google de seu estado natal para trabalhar em Belo Horizonte, Minas Gerais, junto com filha e mulher — que agora está grávida. E depois de cerca de um ano, a Google fechou seu departamento em Belo Horizonte e ele se vê desempregado, em terra estranha, com três dependentes.

É ou não sacanagem?

terça-feira, 31 de julho de 2007

Canſei de ſer braſileiro — e enganado

Me parece que falta foco — mas quem ſabe vale a pena manifeſtar alguma indignação. Pelo menos é melhor que aquelas inócuas ‘manifeſtações pela paz’, que nem dão condições à polícia trabalhar, nem evitam que os cidadãos ſejam coniventes, nem convertem os bandidos. Vaias valem!

O ideal ſeria eßa indignação levar à renúncia do chefe da quadrilhaPreſidente da República.

Só o que me ſegura aqui, além do medo de ſair, é a igreja.

Sou contra a CPMF

Vamos acabar com a CPMF. O governo tem de diminuir gastos, não continuar com impostos temporários.

Em precisando de impostos, têm de ser convenientes. A CPMF é extremamente inconveniente, fazendo com que precisemos de mais contas bancárias e freqüentemente de evitar serviços bancários. Ao fazer com que evitemos os bancos, aumenta os custos das transações bancárias e, portanto, os custos que compõem a tarifa. Também contribui para as tarifas altas ao diminuir a competição entre bancos.

Para ser justo, não foi invenção do PT nem o Lula foi o primeiro a prorrogar. Entretanto, o Lula está pagando dívidas do governo e pendurando amigos no imenso cabide que é Brasília — quel tal nos dar um alívio?

sexta-feira, 16 de março de 2007

Bíblias livres em Português

No projeto Sword da Sociedade Bíblica Croßwire, preciſamos de Bíblias em Português. No momento, o único texto já digitalizado é o traduzido por João Ferreira de Almeida, edição Revista e Corrigida de 1.911. Preciſávamos dum texto melhor, provavelmente a Tradução Brazileira de 1.917. A idéia é obter um digitalizador de livros como um Plustek OptiBook ou um Atiz BookDrive DIY — o problema é importá-lo — ou encontrar um já no Braſil. Sugeſtões?

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

¿Lutar ou emigrar?

Às vezes dá vontade d’emigrar. Reeleger o Lula… um governo corrupto e incompetente, que roubou e mentiu para ſe perpetuar no poder, apoiado por entidades sem exiſtência legal que querem mudar o regime violentamente, que aparelhou o Eſtado para alimentar o partido e eſtá identificando o governo com o partido a ponto de dificultar a aſcenſão doutros partidos, aßim arriſcando-ſe a derrubar efetivamente a (fragilíßima) democracia braſileira. Ninguém quer chamar os militares, nem eles querem ſer chamados, e na verdade exiſte uma identificação nacional-eſtatiſta dos militares com o PT. Mas também, não queremos ser uma Bolívia ou Venezuela.

O problema é, como emigrar… e ſe vale a pena. Goſtaríamos de ajudar na igreja, de ajudar o povo; mas às vezes penſa-ſe ſe ißo meſmo não é mais fácil de fora. Mas por outro lado, outros paíſes têm ſeus problemas, como proibir que ſe diſciplinem os próprios filhos.

De qualquer maneira, emigrar exigiria um grande inveſtimento, ſeja de tempo ou de dinheiro; inveſtimento que provavelmente ſerá melhor aplicado em uma pós-graduação, até como paßo intermediário da emigração, e pode talvez proporcionar um nível de vida mais compatível com a expectativa da família e o deſejo do coração.

sábado, 24 de junho de 2006

Padrão japonês de burrice

Devemos ao ſenhor Hélio Costa mais um epiſódio de atraſo nacional. E a seu patrão Luís Inácio ‘Lula’ da Silva.

Porque eles paßaram por cima do intereße nacional para atender às emißoras de rádio & TV. Não porque o padrão japonês de televiſão digital lhes foße mais conveniente, mas porque é mais inconveniente a seus concorrentes.

Explica-ſe: Hélio Coſta é da área de radiodifuſão, e cuida de ſeus intereßes, no caſo o de enfraquecer a concorrência. Já Luís Inácio da Silva quer ſe reeleger a qualquer cuſto, haja viſto todas as deſoneſtidades que tem praticado (dizer não ſaber do menſalão, preßionar pela ſaída do ar do Bóris Casoy &c), & portanto tem de atender às emißoras para ter ſeu beneplácito à ſua reeleição.

É o PAL-M II, o Retorno. Só que na época havia a deſculpa do protecioniſmo, que equivocadamente identificava-ſe com o intereße nacional, e da excelência técnica. Hoje eſcolhe-ſe o padrão mais antiquado, ſem benefícios comerciais palpáveis, por intereßes clara & deſpudoradamente peßoais.

¿Será que a Nova Zelândia (ou a Suíça, ou o Canadá, ou…) não querem uma família de imigrantes? Ou ¿Deus não quer um paſtor aqui no Braſil meſmo? Porque viver aqui como profißional e cidadão eſtá cada dia mais fruſante. Ou ſe é cidadão doutro país, ou ¡doutro mundo!